Em lobby pró-Alca, a ex-embaixadora dos Estados Unidos no Brasil Donna Hrinak voltou a investir contra o Mercosul. Em sua coluna na revista Update, da Câmara Americana de Comércio, ela afirma que, em seu país, "a reação dominante aos acontecimentos do Rio de Janeiro foi a de que, como instituição econômica séria, o Mercosul acabou".
O artigo revela o incômodo com o fortalecimento do Mercosul com a entrada de Venezuela e Bolívia. E defende o movimento de empresários dos EUA que, diante do fracasso da Alca, investem em acordos de livre comércio com países da região.
A economista Lia Valz, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), não concorda com a ex-embaixadora, mas defende que os países da região decidam se querem aprofundar a integração. O Brasil, para ela, tem posições dúbias.
"É claro em termos políticos, mas não se define por um dos dois caminhos possíveis: o da integração profunda no âmbito do Mercosul, que inclui a união aduaneira, ou apenas ampliar o Mercosul e os acordos de livre comércio."
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