O combate à febre aftosa na região de fronteira vai ganhar um reforço de caixa de US$ 16,3 milhões com implantação de projeto-piloto do Programas de Ação Mercosul Livre de Febre Aftosa. O trabalho deve começar nos próximos dias, segundo declaração do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, por meio de assessoria de imprensa.
O programa recebe recursos do Focem (Fundo para Convergência Estrutural do Mercosul). Com o dinheiro, sertã implantado um sistema de atenção veterinária para fiscalização nas áreas de fronteira. Parte do recurso vai para treinamento e capacitação de técnicos de país que integram o Mercosul. A meta é unificar os procedimentos para tornar o combate à aftosa mais eficaz. Outra parte do recurso vai para a vai para a modernização da rede de laboratórios do Focem.
Com fôlego em caixa, os países que integram o Mercosul esperam superar as barreiras sanitárias impostas pelo mercado mundial e, agora, a meta é elaborar um plano continental de combate à aftosa, que será submetido ao bloco. O trabalho já conta com a presença de técnicos da OIE (Organização Mundial da Saúde) e do IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura (IICA).
Na semana passada, o Estado conseguiu com o ministério a liberação de um milhão de doses da vacina para etapa extra de vacinação no planalto em fevereiro para 826 mil animais serem imunizados. Com a ação o governo estadual espera repercussão positiva no mercado internacional e mostrar que se empenha na recuperação do status sanitário. A situação de MS será avaliada em Paris no dia 31. O chefe da Comissão Técnica das Américas para a OIE (Organização Internacional de Epizzotias), Jamil Gomes de Souza, este nesta terça-feira em Campo Grande para discutir a estratégia de defesa do Estado.
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